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Odair Camati
  • Joanna Toscana Mezzomo Lora, 902, ap. C 410
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O objetivo do presente trabalho é analisar, a partir do filósofo canadense Will Kymlicka, a possibilidade da atribuição de direitos coletivos a minorias culturais. Nesse sentido, a discussão se enquadra no interior de um dos temas mais... more
O objetivo do presente trabalho é analisar, a partir do filósofo canadense Will Kymlicka, a possibilidade da atribuição de direitos coletivos a minorias culturais. Nesse sentido, a discussão se enquadra no interior de um dos temas mais relevantes em filosofia política contemporânea, a saber, o multiculturalismo. Por isso, é fundamental apresentar em que termos o multiculturalismo é compreendido no presente texto. Como a referência central é Kymlicka, o conceito de multiculturalismo aqui apresentado terá no filósofo canadense seu grande ponto de orientação. O passo seguinte à apresentação do multiculturalismo é entender porque é importante pensar acerca da possibilidade de atribuição ou não de direitos coletivos. É preciso, pois, lembrar que o multiculturalismo está preocupado com o reconhecimento das mais diversas manifestações culturais, obviamente que direcionado às minorias culturais que se encontram em constate ameaça. Em razão das grandes dúvidas que pairam sobre o conceito de direitos coletivos é que Kymlicka prefere “direitos diferenciados em função de grupo”. O texto apresenta as razões dessa nomenclatura adotada pelo filósofo e questiona se a nova conceituação põe fim às incompreensões geradas pelo conceito tradicional. Portanto, o texto apresenta e problematiza a importante contribuição de Kymlicka no que diz respeito ao multiculturalismo, além de verificar a possibilidade de atribuir direitos coletivos ou direitos diferenciados em função de grupo.
O presente estudo analisa o conceito tayloriano de bens irredutivelmente sociais. Além disso, visa avaliar a possibilidade da existência de bens intrinsecamente sociais, ou se todos os bens, em última análise, devem ser compreendidos... more
O presente estudo analisa o conceito tayloriano de bens irredutivelmente sociais. Além disso, visa avaliar a possibilidade da existência de bens intrinsecamente sociais, ou se todos os bens, em última análise, devem ser compreendidos apenas como bens originariamente formulados enquanto bens individuais. Caso existam bens intrinsecamente sociais, que consequências podem ser derivadas no que tange à discussão em torno dos direitos coletivos? O tratamento destas questões é levado à cabo no artigo Bens irredutivelmente sociais, de Charles Taylor, onde o filósofo canadense afirma que existem bens convergentes e bens irredutivelmente sociais. Os convergentes seriam aqueles que podem ser decompostos em bens individuais, ou seja, são aqueles que somente indivíduos podem acessar; por outro lado, bens irredutivelmente sociais são aqueles partilhados por um grupo humano ou que possuam um significado comum concedido por um pano de fundo, o que impede que sejam decompostos primariamente em bens individuais. Após essa análise, nos propomos a apresentar as consequências teóricas que podem ser derivadas da defesa de bens sociais.
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Resumo: O presente trabalho visa elucidar os vínculos existentes entre identidade e bem tendo como referência a obra As fontes do self do filósofo canadense Charles Taylor. Buscaremos explicitar a importância da moralidade, entendida como... more
Resumo: O presente trabalho visa elucidar os vínculos existentes entre identidade e bem tendo como referência a obra As fontes do self do filósofo canadense Charles Taylor. Buscaremos explicitar a importância da moralidade, entendida como vida que vale a pena, na formação identitária do self. O self no entendimento do filósofo se constitui a partir das relações que estabelece com outros selves e com as configurações morais que o cercam. Explicitaremos o que são configurações morais e qual sua importância para a constituição da identidade individual e para a consolidação de valores morais, não perdendo de vista que as avaliações fortes são parte constitutiva desse processo. Abstract: This study aims to elucidate the links between identity and good with reference to the work's As fonts do self of the Canadian philosopher Charles Taylor. Seek to explain the importance of morality, understood as a life worth in the identity formation of the self. The self in the philosopher's understanding is founded upon the relationships established with other selves and the moral settings that surround it. We made explicit what are moral settings and why is it important for the formation of individual identity and the consolidation of moral values, bearing in mind that strong evaluations are a constituent part of this process.
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